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CDT/UnB e MCTI realizam Workshop de Parques Tecnológicos
23/11/2012

Na última semana, representantes de incubadoras, parques tecnológicos e instituições do Brasil inteiro estiveram reunidos em Brasília para debater as realidades e tendências dos parques tecnológicos. 

O workshop “Parques Tecnológicos: Realidades e tendências – Relatos dos impactos, oportunidades e gargalos para implantação de Parques e Incubadoras de Empresas”, que aconteceu nos dias 21 e 22 de novembro, foi planejado e organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação e pelo Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnologico da Universidade de Brasília (CDT/UnB). Ele faz parte do projeto de pesquisa coordenado pela Diretora do CDT/UnB, Ednalva Fernandes Costa de Morais para estudar e definir uma metodologia e ferramenta de gestão de projetos com financiamento público e, principalmente, indicadores de gestão, acompanhamento e avaliação dos projetos de parques tecnológicos em processo de planejamento, implantação e operação no País.

Durante os dois dias do encontro, foram identificados 88 projetos de parques tecnológicos em diferentes fases de implantação no Brasil, os quais apresentaram diferentes soluções para vencer os desafios técnicos, políticos e burocráticos para obtenção dos recursos financeiros, estruturação e formação de recursos humanos, aquisição da infraestrutura laboratorial, serviços tecnológicos e informação, elementos essenciais para quem inicia o processo de planejamento e implantação de parques tecnológicos. Desses 88 projetos identificados, 61 estão participando da pesquisa e do workshop onde no segundo dia foram apresentadas as tendências de modelos de parques tecnológicos no mundo pelo palestrante José Fiates. 

Apesar de estarem sendo implantados em ambientes urbanos, os parques tecnológicos estarão cada vez mais com ênfase em se tornarem referência de lugares sustentáveis. Segundo Fiates, a tendência é que eles sejam implantados com foco na incubação e no empreendedorismo, compreendendo também as “amenidades e facilidades”, como shoppings, museus e hotéis. Parcerias internacionais também serão importantes, atraindo também grandes centros de P&D não acadêmicos e laboratórios públicos.

Também foram discutidos entre os gestores dos parques tecnológicos os grandes desafios de sustentabilidade dos parques, logística de implantação e operação, principais serviços e apoios oferecidos pelos parques aos empreendimentos residentes e como os parques estão integrados aos processos de desenvolvimento econômico, social e tecnológico das regiões onde estes estão inseridos. A grande resposta a ser respondida é se o Brasil está no caminho certo. 

 

Melhores práticas

Uma proposta de valor clara e objetiva que torne o empreendimento único e relevante. Por exemplo, nos parques tecnológicos brasileiros, em média, o principal objetivo é atrair empresas ou instituições de alta tecnologia para a região. Outra, é ser um elemento promotor do desenvolvimento científico e tecnológico para uma região específica, como é o caso do cluster científico e tecnológico do MIT onde estão localizadas varias ICTs de biotecnologia.

A outra característica é criar uma estratégia para atrair um empreendimento âncora que gere condições para industrialização de determinadas regiões.

De acordo com Ednalva Morais, é de fundamental importância a existência de Universidades empreendedoras e de excelência capazes de gerar profissionais, pesquisadores e empreendedores. “Obviamente, em qualquer uma dessas tendências a participação do estado e do governo federal na definição da política estratégica de desenvolvimento das regiões e na realização de investimentos de base é condição sine qua non. Por outro lado, a existência de universidades empreendedoras com formação de qualidade também se torna uma condição indispensável”.

 

Metodologia The World Café

 

Realizada no dia 22 de novembro, sob a coordenação da Incubadora de Base Tecnológica do CDT/UnB, a oficina serviu de suporte ao Workshop “Atualidades e Tendências dos Parques Tecnológicos no Brasil”, com objetivo de gerar subsídios ao Programa Nacional de apoio às Incubadoras e Parques Tecnológicos (PNI). 

Pensar em como é a sustentabilidade de um Parque Tecnológico de Incubadoras e seu ecossistema; como ele vai funcionar nas diversas regiões de todo o Brasil, de forma sustentável, interagindo com a necessidade das comunidades e as suas demandas; enfim, pensar diferente, pensar no que importa e gerar soluções que realmente façam a diferença por meio do diálogo; foram os principais pontos abordados.

“Existem várias metodologias para se conversar em conjunto, porém, quando a gente fala em diálogos colaborativos, eu acho que a máxima no mundo, está sendo “The World Café” – uma metodologia que nasceu em 1985, e teve, ao longo dos anos, adesões inúmeras tanto de governo quanto de empresas privadas, corporações, comunidades, instituições públicas e privadas, enfim, as pessoas estão sentindo a necessidade de redes de conexões para inovar, para modelar o seu futuro. E a gente não faz isso sozinho: a metodologia possibilita o encontro da diversidade. E nessa diversidade, a proposta é: a bagagem que você possui, o conhecimento que você possui, a sua percepção é o que importa; cada voz importa. Não importa hierarquia, nem posições. Na verdade, é uma desconstrução de posicionamentos para com a mente livre, você pensar no novo futuro, ou seja, pensar fora da caixa. É uma metodologia em que você possui rodadas de diálogos, as pessoas não ficam numa única mesa, com um único grupo, elas vão passando de mesa em mesa, como anfitriões numa festa, que está conhecendo os convidados presentes e observando o que eles trouxeram. É uma doação de tempo, de pensamento e de experiências. Então, é acesso à inteligência coletiva e, e acima de tudo, conversa como processo chave”, afirma Rosângela Medeiros, coordenadora da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica do CDT/UnB. 

 

LÍVIA CAROLINA MACHADO

Jornalismo

Núcleo de Pesquisa em Desenvolvimento e Comunicação – NPDC    

Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília – CDT/UnB  

 

 

 

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