06 de Setembro de 2022
Informações da proteção | ||
Título: Plataforma ENF-UROPED | ||
Nº da proteção: | BR 51 2021 002693 4 | |
Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
Data de expedição do registro: | 23/11/2021 | |
Data de publicação: | 09/09/2021 | |
Tipo de proteção: | Programa de Computador | |
Linguagem: | JAVA | |
Prazo legal de proteção: | 50 anos a partir de 1° de janeiro subsequente à data de publicação, em conformidade com o §2°, art. 2° da Lei 9.609, de 19 de Fevereiro de 1998. | |
Inventores | ||
Pela UnB: | Gisele Martins | | Lattes |
Ana Clara Andrade Feitosa | | Lattes | |
Ana Luisa de Assis Montalvão | | Lattes | |
Diego Martins de Oliveira | | Lattes | |
Eduardo Rodrigues de Farias | | Lattes | |
Eric Serka do Carmo Rodrigues | | Lattes | |
Thiago Costa Mota | | Lattes | |
Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
Unidade Acadêmica: | Faculdade de Ciências da Saúde (FS) | | Link do site |
Faculdade de Tecnologia (FT) | | Link do site | |
Faculdade UnB Gama (FGA) | | Link do site | |
Departamento: | Departamento de Engenharia Elétrica (ENE) | | Link do site |
Departamento de Enfermagem (ENF) | | Link do site | |
CLASSIFICAÇÃO | ||
Classificação - Categoria: | Saúde | |
Classificação - Subcategoria: | Saúde humana, cuidados pessoais e cosméticos |
UROPEDIATRIA E A PLATAFORMA ENF-UROPED
A uropediatria ou urologia infantil é o campo da medicina responsável por analisar e tratar patologias relacionadas ao sistema urinário-reprodutor de crianças e adolescentes, masculinos e femininos, até os 16 anos de idade. Dentre o espectro de tratamentos desses especialistas, estão doenças como fimose, varicocele, refluxo vesicoureteral, distúrbios da micção, criptorquidia, etc. Nesse contexto, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveram a plataforma ENF-UROPED, com o objetivo de apoiar as ações realizadas pelo projeto de extensão Prática Avançada de Enfermagem em Uropediatria, vinculado ao departamento de enfermagem da Universidade de Brasília (ENF/UnB). A Plataforma ENF-UROPED realiza duas ações de extensão: 1) portal de informações em saúde urológica pediátrica para crianças, adolescentes, famílias e profissionais; e 2) plataforma virtual para autocuidado apoiado em uropediatria.
Disponível através do domínio https://www.enfuroped.com.br, o portal de informações foi desenhado para fornecer informações atualizadas e relevantes ao campo da urologia infantil. O portal não divulga conteúdos com fins de publicidade ou caráter comercial, mas apenas informativos com base em comprovações científicas. usuários externos, sem a necessidade de cadastro, têm acesso ao portal de informações. O principal objetivo dessa iniciativa é conscientizar o máximo de pessoas sobre uropediatria e dar maior acessibilidade e visibilidade ao assunto.
Já na plataforma virtual da ENF-UROPED, paciente e cuidador (enfermeiro/médico), previamente cadastrados, têm acesso a um espaço virtual que possibilita a interação online entre os usuários. O objetivo é garantir uma assistência continua aos pacientes infantojuvenis que necessitam de maior cuidado e possuem maiores vulnerabilidades.
VANTAGENS
• Disponibilidade: Acessibilidade gratuita da população a uma ferramenta de informação sobre uropediatria;
• Conscientização: Abertura para conscientização de pais sobre a importância da urologia infantil.
• Eficiência: Plataforma completa de acompanhamento de pacientes, facilitando o diagnóstico e tratamento após a primeira visita ao médico.
Agenda 2030 da ONU:
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Informações da proteção | ||
Título: SisVetor – Software de Apoio a Vigilância e Controle de Vetores de Doenças | ||
Nº da proteção: | BR 51 2022 003020 9 | |
Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
Data da expedição do registro: | 08/11/2022 | |
Data da publicação ou criação: |
30/04/2022 | |
Tipo de proteção: | programa de computador | |
Linguagem: | JAVA; JAVA SCRIPT; SQL; PYTHON; POSTGREE SQL | |
Prazo legal de proteção: | 50 anos contados a partir de 1º de janeiro do ano subseqüente ao da sua publicação ou, na ausência desta, | |
da sua criação (art 2º, §2º da Lei nº 9.609/1998). | ||
Inventores | ||
Pela UnB: | Jonas Lotugo Brant de Carvalho | | Pesquisa UnB |
Jorge Henrique Cabral Fernandes | | Lattes | |
Marcela Lopes Santos | ||
Pela [instituição cotitular]: | Rogério Luiz Araújo Carminé | | Lattes |
Gleyton de Castro Lima | | Lattes | |
Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
Unidade Acadêmica: | Instituto de Ciências Exatas (IE) | | Link do site |
Departamento: | Departamento de Ciências da Computação (CIC) | | Link do site |
CLASSIFICAÇÃO | ||
Classificação - Categoria: | Saúde | |
Classificação - Subcategoria: | Saúde Humana, Cuidados Pessoais e Cosméticos |
OS PROBLEMAS ASSOCIADOS A VETORES DE DOENÇAS
A vigilância e o controle de vetores de doenças são essenciais para o enfrentamento de epidemias. Dentre elas, estão a Dengue, a Zika e a Chikungunya. A Dengue, causada por um vírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, possui sintomas que incluem febre alta, dor de cabeça, dores musculares e manchas vermelhas na pele, além de riscos a vida os pacientes. A Zika e o Chikungunya são doenças virais similares a Dengue transmitidas pelo mesma espécie de mosquito, com o agravante de poder desenvolver microcefalia em recém-nascidos. A vigilância e o controle de vetores de doenças são fundamentais para o controle de epidemias e a utilização de aplicativos pode auxiliar na prevenção dessas doenças ao auxiliar a identificar áreas com maior incidência desses vetores e alertar sobre as medidas de prevenção. Os aplicativos também incentivam as pessoas a adotar medidas preventivas, como o uso de repelentes, roupas que cubram o corpo e a eliminação de possíveis focos de mosquitos. Sob essa perspectiva, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveram o software SisVetor para apoiar os processos de trabalho de vigilância e controle de vetores de doenças, com foco inicial nas doenças Dengue, Zika e Chikungunya, mas com possibilidade de extensão para apoiar processos relacionados a outros vetores. O público-alvo do software são organizações que realizam atividades de vigilância e controle vetores de doenças em diversos níveis territoriais, iniciando as ações em imóveis (e.g. residências, prédios comerciais e terrenos baldios), passando por áreas intermediárias (como quarteirão, conjuntos habitacionais e bairros), podendo chegar ao nível de controle municipal ou estadual. O software é composto pelos módulos (i) SV-Gestor, (ii) SV-Campo e (iii) SV-BI. O SV-Gestor apoia os processos na base de trabalho da unidade de vigilância vetorial, como a manutenção dos cadastros de territórios, imóveis e pessoas envolvidas, controle de demandas e atividades, registros de trabalho e geração de informação local. O SV-Campo apoia a rotina de trabalho no campo, como o registro dos imóveis e as ações realizadas além de integração com o SV-Gestor para receber as atividades definidas e enviar os dados coletados. O SV-BI apoia atividades de inteligência de negócio para geração de informação diferenciada para tomada de decisão..
VANTAGENS
- Educação: Melhora a conscientização das pessoas sobre as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti; Oferece informações sobre prevenção;
- Colaboração: Permite que as pessoas reportem e compartilhem informações sobre a presença do mosquito;
- Monitoramento: Verificação do nível de infestação de mosquitos;
- Localização: Identificação de áreas com incidência de mosquitos.
Agenda 2030 da ONU:
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Informações da proteção | ||
Título: Nanopartículas de terpolímeros acrílicos, seu processo de obtenção e suas aplicações | ||
Nº da proteção: | BR 10 2015 025848 8 | |
Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
Instituições cotitulares: | Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) | | Link do site |
Data do depósito: | 09/10/2015 | |
Tipo de proteção: | patente de invenção | |
Prazo legal de proteção: | 20 anos contados da data de depósito (artigo 40 da Lei nº 9.279/1996). | |
Inventores | ||
Pela UnB: | Fabricio Machado Silva | | Lattes |
Juliete Silva Neves | | Lattes | |
Pela Embrapa: | Leonardo Fonseca Valadares | | Lattes |
Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
Unidade Acadêmica: | Instituto de Química (IQ) | | Link do site |
CLASSIFICAÇÃO | ||
Classificação - Categoria: | Saúde | |
Classificação - Subcategoria: | Saúde humana, cuidados pessoais e cosméticos |
SORRISO POLIMERIZADO E PROTEGIDO
Polímeros são macromoléculas obtidas a partir de repetição de unidades químicas menores, chamadas meros, que estão relacionadas entre si quimicamente, através de ligações covalentes. Os materiais poliméricos representam uma classe promissora na busca por alternativas mais seguras, eficazes, sustentáveis e biocompatíveis para o desenvolvimento de novos biomateriais odontológicos. Nesse contexto, os polímeros acrílicos merecem atenção, uma vez que são os mais utilizados na odontologia. Sob essa perspectiva, pesquisadores(as) da Universidade de Brasília e da EMBRAPA desenvolveram nanopartículas de termopolímeros acrílicos para aplicação como filmes de proteção de superfícies, em especial a superfície do esmalte dentário. A presente invenção apresenta a produção de materiais poliméricos nanoparticulados e multifuncionais, de morfologia esférica, compreendendo terpolímeros obtidos a partir de monômeros vinílicos, tais como metacrilato de metila, pivalato de vinila e ácidos carboxílicos de cadeia curta, como os ácidos acrílico e metacrílico, além de ácidos carboxílicos de cadeia longa, derivados de óleo de soja. Outra modalidade da presente invenção diz respeito ao processo de síntese de nanopartículas esféricas de terpolímeros, caracterizados pela reação de polimerização em emulsão de monômeros vinílicos, sendo preferencialmente o metacrilato de metila, o pivalato de vinila e o ácido metacrílico. Outro aspecto inovador da presente invenção, concerne ao uso ácido graxos derivados de óleos vegetais, preferencialmente, ácidos carboxílicos de cadeia longa acrilados e metacrilados, derivados de ácidos oleico, linoleico e linolênico na composição dos terpolímeros. Esta invenção apresenta como diferencial o fato de conter nanopartículas de morfologia esférica que formam filmes nanoestruturados apresentando opalescência sem a adição de cargas orgânicas ou inorgânicas, o que torna o material interessante para aplicação como filmes de proteção de superfícies, em especial a superfície do esmalte dentário.
VANTAGENS
- Simplificação: O processo de emulsão confere maior simplicidade ao modo de obtenção do material polimérico;
- Eficiência: Morfologia esférica regular nanoparticulada, permitindo, após a secagem do látex polimérico sobre a superfície do dente, a formação homogênea de um filme protetor;Organização tridimensional regular das nanopartículas, o que resulta em melhoria das propriedades mecânicas e no controle de tamanho de partícula, resultando em um efeito iridescente; Inibição da nanoinfiltração presentes em filmes tradicionais.
Agenda 2030 da ONU:
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Informações da proteção | ||
Título: Dispositivo de detecção da pressão exercida em pedais de acionamento de veículos e sistema de alerta contra sobrecargas | ||
Nº da proteção: | BBR 10 2015 032210 0 | |
Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
Instituições cotitulares: | Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) | | Link do site |
Data do depósito: | 22/12/2015 | |
Tipo de proteção: | patente de invenção | |
Prazo legal de proteção: | 20 anos contados da data de depósito (artigo 40 da Lei nº 9.279/1996). | |
Inventores | ||
Pela UnB: | Suélia de Siqueira Rodrigues Fleury | | Lattes |
Pela UERN: | Rodrigo Azevedo de Medeiros | | Lattes |
Irlan Arley Targino Moreira | | Lattes | |
Natan Moreira Barros | | Lattes | |
Cicília Raquel Maia Leite | | Lattes | |
Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
Unidade Acadêmica: | Faculdade UnB Gama - FGA | | Link do site |
CLASSIFICAÇÃO | ||
Classificação - Categoria: | Saúde | |
Classificação - Subcategoria: | Saúde humana, cuidados pessoais e cosméticos |
LESÕES POR ESFORÇOS REPETITIVOS NOS MEMBROS INFERIORES
Nos últimos anos vem sendo bastante difundido o assunto relacionado a lesões causadas por esforços repetitivos nos membros superiores como a digitação. Mas nem sempre são citadas as lesões causadas nos membros inferiores em profissionais que passam muito tempo sentado em uma mesma posição fazendo esforços repetitivos sobre pedais de controle de veículos. Estes esforços acabam por criar lesões no tecido epitelial do tipo hiperqueratose, mais conhecidas como calos ou calosidades, que podem ser leves ou mais graves, comprometendo a circulação sanguínea, e por isso se tornando permanentes. Nos casos mais graves pode afetar os movimentos, causando a perda de sensação e prejudicando a saúde, levando até o afastamento do profissional de suas atividades. Os membros inferiores constituem uma das regiões do corpo mais vulneráveis em pessoas com Diabetes Mellitus. Estudos recentes ressaltam a necessidade dos profissionais de saúde avaliarem os pés das pessoas com diabetes de forma minuciosa e com regular frequência, passo fundamental na identificação dos fatores de risco que podem ser modificados, e que reduzem o risco de ulceração e amputação de membros inferiores nas pessoas com diabetes. Sob essa perspectiva, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), desenvolveram um dispositivo de detecção da pressão exercida em pedais de acionamento de veículos e sistema de alerta contra sobrecargas.
DISPOSITIVO DETECTOR DE PRESSÃO EM PEDAIS DE VEÍCULOS
A presente invenção refere-se a um dispositivo que possui um sistema eletrônico que realiza a medição da pressão aplicada pelo condutor sobre os pedais de um veículo, analisa os dados coletados, detecta se está ocorrendo uma sobrecarga e emite um alerta sonoro e visual. Esse tipo de monitoramento é necessário para evitar que o usuário desenvolva ulcerações ou calosidades nos pés.
VANTAGENS
- Eficiência: Promove a medição, em tempo real, da pressão aplicada pelo condutor sobre os pedais de um veículo;
- Automatização: Analisa os dados coletados, detecta se está ocorrendo uma sobrecarga e emite um alerta visual e sonoro indicando que a pressão deve ser diminuída.
Agenda 2030 da ONU:
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Informações da proteção | ||
Título: Hidrogel purificado reticulado de biomassa do fruto do gênero Magonia pubescens, seu processo de obtenção e seu uso aplicado à indústria farmacêutica e de higiene | ||
Nº da proteção: | BR 10 2016 004927 0 | |
Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
Data do depósito: | 04/03/2016 | |
Tipo de proteção: | patente de invenção | |
Prazo legal de proteção: | 20 anos contados da data de depósito (artigo 40 da Lei nº 9.279/1996). | |
Inventores | ||
Pela UnB: | Sarah Silva Brum | | Pesquisa UnB |
Fabricio Machado Silva | | Pesquisa UnB | |
Ana Caroline Martins Vieira | | Lattes | |
Fernando José Vilela | | Lattes | |
Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
Unidade Acadêmica: | Instituto de Química (IQ) | | Link do site |
CLASSIFICAÇÃO | ||
Classificação - Categoria: | Saúde | |
Classificação - Subcategoria: | Saúde humana, cuidados pessoais e cosméticos |
HIDROGÉIS DE FONTES NATURAIS COM POTENCIAIS USOS INDUSTRIAIS
Hidrogéis (superabsorventes) são polímeros tridimensionais capazes de absorver grandes quantidades de água ou fluidos biológicos, e suas aplicações voltadas à saúde humana vão de produtos de higiene pessoal a usos médicos e liberação controlada de fármacos. Os hidrogéis podem ser produzidos por diversas vias de obtenção, utilizando para isso matérias primas sintéticas ou naturais. Os géis naturais possuem as vantagens de serem biocompatíveis, biodegradáveis e atóxicos. Sob essa perspectiva, pesquisadores da Universidade de Brasília desenvolveram o hidrogel purificado reticulado de biomassa do fruto do gênero Magonia pubescens (popularmente conhecido como Tingui), seu processo de obtenção e seu uso aplicado à indústria farmacêutica e de higiene.
Espécie nativa do Cerrado, o Tingui (Magonia pubescens) ainda é conhecido como cuité, mata-peixe, pau-de-tingui, timbó, timbó-do-cerrado, timpopeba, tingui-açu, tingui-capeta e tingui-de-cola. Seus usos na medicina popular são para tratar feridas (uso da casca), úlceras (uso das sementes) e como calmante (uso das raízes). Outra utilização bastante comum nas comunidades do Cerrado brasileiro é na fabricação caseira de sabão, devido à presença de óleo nas sementes. Foi com o intuito de agregar as propriedades medicinais já conhecidas do Tingui com as características funcionais dos hidrogéis superabsorventes que pesquisadores da UnB desenvolveram a presente invenção: um Hidrogel purificado reticulado, obtido a partir do envoltório da semente do fruto de Magonia pubescens, com elevada capacidade de absorção, de retenção de água e fluidos biológicos com sua aplicação voltada à saúde humana para liberação controlada de fármacos e absorção de fluidos biológicos em fraldas/lenços/toalhas descartáveis e absorventes femininos.
VANTAGENS
- Custo-benefício: Produto de baixo custo, fácil obtenção e biocompatível;
- Eficiência: Alta estabilidade química;
- Eficácia: Elevada capacidade de absorção, retenção de água e fluidos biológicos, auxiliando na liberação controlada de fármacos;
- Aplicabilidade: Utilização na indústria farmacêutica e de higiene pessoal.
Agenda 2030 da ONU:
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Informações da proteção | ||
Título: Levedura recombinante da espécie Kluyveromyces lactis para a produção de grandes cadeias de ácido hialurônico | ||
Nº da proteção: | BR 10 2016 020186 1 | |
Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
Integra Bioprocessos e Análises | | Link do site | |
União Brasileira de Educação Católica (UBEC) | | Link do site | |
Data do depósito: | 31/08/2016 | |
Tipo de proteção: | patente de invenção | |
Prazo legal de proteção: | 20 anos (invenção) contados da data de depósito (artigo 40 da Lei nº 9.279/1996). | |
Inventores | ||
Pela UnB: | Nádia Skorupa Parachin | | Lattes |
Antonio Milton Vieira Gomes | | Lattes | |
Lúcio Rezende Queiroz | | Lattes | |
Lucas Silva Carvalho | | Lattes | |
Pela Integra: | Beatriz Simas Magalhães | | Lattes |
Juliana Davies de Oliveira | | Lattes | |
Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
Unidade Acadêmica: | Instituto de Ciências Biológicas (IB) | | Link do site |
Departamento: | Departamento de Biologia Celular (CEL) | | Link do site |
CLASSIFICAÇÃO | ||
Classificação - Categoria: | Saúde | |
Classificação - Subcategoria: | Saúde humana, cuidados pessoais e cosméticos |
A IMPORTÂNCIA DO ÁCIDO HIALURÔNICO
O ácido hialurônico é um biopolímero que permeia diversos tecidos em animais. Trata-se de um fluido não-newtoniano com alta viscosidade e elasticidade, proporcionando lubrificação, firmeza, amortecimento contra o atrito em articulações, e portanto, apresentando características interessantes para aplicações farmacêuticas e cosméticas. Atualmente, o ácido hialurônico é comercialmente produzido utilizando-se bactérias do gênero Streptococcus, que apresentam potencial patogenicidade. Outra forma clássica de obtenção de ácido hialurônico é por meio de tecidos animais, que apresenta como obstáculo a suscetibilidade a variações, risco de degradação por hialuronidases endógenas e custos elevados com o processo de purificação. Sob essa perspectiva, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), da Integra Bioprocessos e Análises LTDA e da União Brasileira de Educação Católica desenvolveram uma levedura geneticamente modificada da espécie Kluyveromyces lactis capaz de produzir ácido hialurônico com alta eficiência em escala industrial.
NOVO MICRORGANISMO NÃO-PATOGÊNICO PRODUTOR DE ÁCIDO HIALURÔNICO
A presente invenção refere-se a construção de cepas recombinantes de K. lactis para produção de ácido hialurônico, um polímero de alto valor agregado na indústria cosmética e farmacêutica. De modo a fazê-la produzir ácido hialurônico, são inseridos no seu genoma os genes que codificam enzimas que sintetizam o ácido hialurônico e as enzimas que sintetizam os dois precursores do ácido hialurônico a partir da engenharia metabólica da levedura K. lactis, que não é capaz de produzir ácido hialurônico naturalmente.
VANTAGENS
- Segurança: É segura para o uso humano;
- Facilidade de Uso: Secreta o ácido hialurônico no meio, o que facilita o processo de purificação;
- Escalabilidade: Produção de composto com alto valor comercial.
Agenda 2030 da ONU:
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Informações da proteção | ||
Título: Levedura recombinante da espécie Hansenula polymorpha para a produção de grandes cadeias de ácido hialurônico | ||
Nº da proteção: | BR 10 2016 020193 4 | |
Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
Integra Bioprocessos e Análises | | Link do site | |
União Brasileira de Educação Católica (UBEC) | | Link do site | |
Data do depósito: | 31/08/2016 | |
Tipo de proteção: | patente de invenção | |
Prazo legal de proteção: | 20 anos (invenção) contados da data de depósito (artigo 40 da Lei nº 9.279/1996). | |
Inventores | ||
Pela UnB: | Nádia Skorupa Parachin | | Lattes |
Antonio Milton Vieira Gomes | | Lattes | |
Lúcio Rezende Queiroz | | Lattes | |
Lucas Silva Carvalho | | Lattes | |
Pela Integra: | Beatriz Simas Magalhães | | Lattes |
Juliana Davies de Oliveira | | Lattes | |
Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
Unidade Acadêmica: | Instituto de Ciências Biológicas (IB) | | Link do site |
Departamento: | Departamento de Biologia Celular (CEL) | | Link do site |
CLASSIFICAÇÃO | ||
Classificação - Categoria: | Saúde | |
Classificação - Subcategoria: | Saúde humana, cuidados pessoais e cosméticos |
O ÁCIDO HIALURÔNICO E SUAS APLICAÇÕES
O ácido hialurônico é um polímero orgânico encontrado em diversos tecidos nos corpos de animais. Apresenta-se como um líquido viscoso e elástico, desempenhando um papel fundamental na manutenção da lubrificação, sustentação e prevenção do desgaste das articulações, sendo altamente valorizado pelas indústrias farmacêutica e cosmética. O método mais comum de produção do ácido hialurônico envolve o uso de Streptococcus, um gênero de bactérias potencialmente patogênicas. Além desse método, pode-se extrair o ácido hialurônico de tecidos animais, mas tem como desvantagens a baixa padronização, uma maior susceptibilidade à degradação por enzimas endógenas e elevação de custos com a purificação. Buscando soluções a esses desafios, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), da Integra Bioprocessos e Análises Ltda. e da União Brasileira de Educação Católica conseguiram sintetizar em laboratório um microrganismo transgênico da espécie Hansenula polymorpha produtora de ácido hialurônico em grandes quantidades.
MICRORGANISMO INOVADOR E SEGURO COMO MICROFÁBRICA DE ÁCIDO HIALURÔNICO
Esta tecnologia se trata da modificação genética de H. polymorpha que viabiliza a síntese de ácido hialurônico por esta espécie de levedura. Por meio dela, é possível produzir em larga escala esse polímero de alto valor agregado que pode ser utilizado como matéria-prima de medicamentos e cosméticos. Para tanto, são construídos vetores de expressão funcionais contendo os genes codificadores da via metabólica de síntese de ácido hialurônico a partir da engenharia metabólica da levedura H. polymorpha, que em seu estado natural não produz ácido hialurônico.
VANTAGENS
- Escalabilidade: A levedura pode ser cultivada em larga escala e atinge elevadas taxas de densidade celular;
- Segurança: Em relação à produção por Streptococcus, é mais segura para o uso em humanos;
- Facilidade de Uso: Fácil o processo de purificação, visto que o polímero é secretado no meio externo à célula da levedura;
- Custo Benefício: Produto de alto valor agregado.
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Informações da proteção | ||
Título: Micropartícula antioxidante e seus usos | ||
Nº da proteção: | BR 10 2016 020328 7 | |
Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
Instituições cotitulares: | Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) | | Link do site |
Data do depósito: | 31/08/2016 | |
Tipo de proteção: | patente de invenção | |
Prazo legal de proteção: | 20 anos contados da data de depósito (artigo 40 da Lei nº 9.279/1996). | |
Inventores | ||
Pela UnB: | Aline Mondini Calil Racanicci | | Pesquisa UnB |
Pela Unicamp: | Marta Cristina Teixeira Duarte | | Lattes |
Adriana Nogueira Figueiredo | | Lattes | |
Renata Maria Teixeira Duarte | | Lattes | |
Rodney Alexandre Ferreira Rodrigues | | Lattes | |
Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
Unidade Acadêmica: | Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária (FAV) | | Link do site |
CLASSIFICAÇÃO | ||
Classificação - Categoria: | Saúde | |
Classificação - Subcategoria: | Saúde humana, cuidados pessoais e cosméticos |
ANTIOXIDANTES E SUAS APLICAÇÕES INDUSTRIAI
Os antioxidantes sintéticos, como BHT, BHA e propil galato, tem sido utilizados na indústria como conservantes de alimentos, cosméticos e medicamentos. No entanto, apresentam restrições de aplicação em alguns países por poderem ser cancerígenos. Como alternativa, antioxidantes naturais que apresentem uma maior segurança à saúde humana, e portanto maior aceitabilidade, têm sido prospectados por pesquisadores. Compostos antioxidantes podem ser comumente encontrados em óleos essenciais de plantas aromáticas, como o cravo, o orégano, o tomilho, o alecrim dentre outros. Dois compostos relatados pela literatura científica com alta capacidade antioxidante e presentes nesses óleos são o eugenol e o timol. Apesar de se apresentarem como alternativas promissoras, são compostos voláteis, sendo assim pouco estáveis às condições ambientes. Sob essa perspectiva, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e da UNICAMP desenvolveram micropartículas encapsulando óleos essenciais de Ocimum gratissimum (alfavacão) e Thymus vulgaris, com o objetivo de proteger por maior tempo esses óleos da degradação e visando a aplicação desses compostos como antioxidantes em produtos alimentícios (como carnes), em rações animais, em produtos farmacêuticos e cosméticos.
MICROPARTÍCULAS DE ÓLEOS ESSENCIAIS COM PROPRIEDADE ANTIOXIDANTE
A presente invenção refere-se a uma micropartícula antioxidante que compreende óleo essencial de Thymus vulgaris; óleo essencial de Ocimum gratissimum; material de parede; e agente emulsificante, sendo que os óleos essenciais de Thymus vulgaris e de Ocimum gratissimum estão na proporção de 1:3.
VANTAGENS
- Eficiência: Os óleos essenciais microencapsulados não afetaram o sabor nem o odor do alimento aditivado; A técnica de microencapsulação não afetou a quantidade de fenóis e a atividade antioxidante da associação;
- Eficácia: Os óleos essenciais microencapsulados foram eficazes em conter o processo oxidativo da carne de frango pré-tratada com esse aditivo e posteriormente submetida ao aquecimento, além do nível de 700 ppm de óleo essencial ser mais eficiente que o antioxidante sintético (BHT) nas almôndegas de sobrecoxa.
Agenda 2030 da ONU:
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Entre em contato com a Agência de Comercialização de Tecnologias (ACT) da Coordenação de Inovação eTransferência de Tecnologia (CITT) do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT).
Informações da proteção | ||
Título: Látex de borracha natural hipoalergênico, protegido com polifenóis e isento de amônia, seu processo de obtenção e uso | ||
Nº da proteção: | BR 10 2017 010076 6 | |
Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
Data do depósito: | 12/05/2017 | |
Tipo de proteção: | patente de invenção | |
Prazo legal de proteção: | 20 anos contados da data de depósito (artigo 40 da Lei nº 9.279/1996). | |
Inventores | ||
Pela UnB: | Floriano Pastore Júnior | | Lattes |
Leonardo Giordano Paterno | | Lattes | |
João Bosco Rodrigues Peres Júnior | | Lattes | |
Júlia Ornelas Kramer | | Lattes | |
Luiz Carlos Pimentel | | Lattes | |
Natalia Stefânia Gomes | | Lattes | |
Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
Unidade Acadêmica: | Instituto de Química (IQ) | | Link do site |
CLASSIFICAÇÃO | ||
Classificação - Categoria: | Saúde | |
Classificação - Subcategoria: | Biomateriais e biomoléculas |
LÁTEX DE BORRACHA NATURAL HIPOALERGÊNICO, PROTEGIDO COM POLIFENÓIS E ISENTO DE AMÔNIA
A seringueira (Hevea brasiliensis), planta nativa da Floresta Amazônica, é uma das milhares espécies que produzem látex (ou látex de borracha natural – LBN). O LBN, processado na forma líquida, em contraposição à borracha sólida (utilizada em pneus e tantos outros produtos), começou a ser utilizado quando se descobriu a forma de preservar o coloide natural, normalmente muito vulnerável à degradação biológica. Nesse sentido, a amônia é o agente universal utilizado para a preservação do LBN (desde o final do século XIX), devido ao conjunto dos parâmetros de disponibilidade comercial, baixo custo, facilidade de operação em campo e na indústria, proteção contra coalescência do colóide e colapso do látex e, finalmente, de protetor biológico. Porém, nas últimas décadas, pesquisas vêm buscando substitutos para a amônia, por motivos de saúde e conforto laboral, uma vez que ela é conhecida pela sua volatilidade e irritação das vias respiratórias. Por estas razões, são procuradas soluções que substituam a amônia, e pesquisadores da Universidade de Brasília em parceria com a empresa TANAC desenvolveram o látex de borracha natural hipoalergênico, protegido com polifenóis e isento de amônia, relatando seu processo de obtenção e seu posterior uso na fabricação de produtos como camisinhas, luvas cirúrgicas, cateteres, entre outros. As manifestações alérgicas decorrentes do uso de artigos de LBN são resultantes da presença de proteínas alergênicas presentes naturalmente no látex. Em virtude disso, a utilização de utensílios de látex na saúde está em cheque, em virtude dos alergênicos presentes em sua composição. Pesquisas científicas e tecnológicas são realizadas para encontrar um bactericida ideal para coadjuvar a amônia na função de proteger o LBN têm sido desafiantes. Nesse contexto, a presente invenção consiste na utilização de polifenóis, como o tanino vegetal, para preservar LBN contra degradação biológica, sem o uso convencional de amônia. Ela proporciona ao LBN estabilidade para estoque e manuseio. O uso de tanino vegetal é útil para bloquear as proteínas alergênicas existentes no látex, diminuindo ou eliminando a incidência de alergias aos produtos derivados do LBN. Com o uso de polifenóis no tratamento de látex, a presente invenção proporciona a obtenção de um insumo de LBN que permite produção de produtos hipoalergênicos voltados à saúde pública, como luvas cirúrgicas, sondas e preservativos contraceptivos.
VANTAGENS
- Economia: Proporcionar estabilidade para estoque e manuseio ao LBN, evitando perdas e dificuldades de processamento industrial;
- Eficiência: Produzir LBN protegido contra degradação biológica e da coagulação espontânea ou física;
- Eficácia: Eliminar ou reduzir a ação das proteínas alergênicas presentes no LBN, gerando produtos de baixa ou nula alergenicidade.
Agenda 2030 da ONU:
Gostou dessa tecnologia?
Entre em contato com a Agência de Comercialização de Tecnologias (ACT) da Coordenação de Inovação eTransferência de Tecnologia (CITT) do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT).
Informações da proteção | ||
Título: Disposição construtiva aplicada à prótese para pé fabricada com características elásticas e de amortecimento, e seu método para quantificação de energia mecânica a ser reaproveitada | ||
Nº da proteção: | BR 10 2017 014239 6 | |
Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
Data do depósito: | 29/06/2017 | |
Tipo de proteção: | patente de invenção | |
Prazo legal de proteção: | 20 anos contados da data de depósito (artigo 40 da Lei nº 9.279/1996). | |
Inventores | ||
Pela UnB: | Suélia de Siqueira Rodrigues Fleury Rosa | | Lattes |
Danilo dos Santos Oliveira | | Lattes | |
Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
Unidade Acadêmica: | Faculdade UnB Gama (FGA) | | Link do site |
CLASSIFICAÇÃO | ||
Classificação - Categoria: | Saúde | |
Classificação - Subcategoria: | Tecnologia Assistiva |
AMPUTAÇÕES
A amputação é uma condição grave que pode afetar drasticamente a qualidade de vida de uma pessoa, pois consiste na retirada cirúrgica ou traumática de um segmento corpóreo, de forma total ou parcial a depender do nível. Essa retirada do membro pode incapacitar ou restringir de alguns movimentos, comprometendo a locomoção do indivíduo. Dentre os principais níveis de amputação, destacam-se: desarticulação do quadril; transfemural; desarticulação do joelho; transtibial; e desarticulação do tornozelo e parcial do pé. Ambos os níveis podem ser diversas causas, porém as que aparecem com mais frequência no mundo são as vasculopatias periféricas, os acidentes, as osteossarcomas e as deficiências congênitas. Neste contexto, pode-se dizer que a amputação é um método de tratamento eficaz para diversas doenças, fazendo parte de um contexto geral de tratamento, cujo intuito é promover uma melhora na qualidade de vida do paciente. Sob essa perspectiva, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveram uma disposição construtiva aplicada a uma prótese para substituição de um pé amputado, visando melhorar os movimentos e esforços físicos do usuário.
PRÓTESE DE SUBSTITUIÇÃO DE PÉ AMPUTADO
A presente invenção refere-se a uma prótese para substituição de um pé amputado, composto por apenas uma peça fabricada em material e formato que visam aumentar as áreas de amortecimento e proporcionar uma maior zona de elasticidade, minimizando os impactos provenientes da marcha. A tecnologia também apresenta um sistema para quantificação do potencial de energia mecânica, proveniente do contato direto do pé protético com o solo durante a marcha, podendo ser convertida em outros tipos de energia.
VANTAGENS
- Eficiência: Permite que um indivíduo que teve parte ou todo o pé amputado, possa exercer atividades normais de locomoção;
- Segurança: Fornece segurança e retorno energético proporcional aos aspectos do usuário (peso, altura, idade, velocidade, dentre outros);
- Eficácia: Aumenta a resposta de amortecimento, proporcionando uma maior zona de elasticidade, minimizando os impactos da utilização.
Agenda 2030 da ONU:
Gostou dessa tecnologia?
Entre em contato com a Agência de Comercialização de Tecnologias (ACT) da Coordenação de Inovação eTransferência de Tecnologia (CITT) do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT).