06 de Setembro de 2022

| Informações da proteção | ||
| Título: Composição nanoestruturada compreendendo óleo vegetal derivado de espécies do gênero Caryocar e suas aplicações | ||
| Nº da proteção: | BR 10 2017 025294 9 | |
| Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
| Data do depósito: | 24/11/2017 | |
| Tipo de proteção: | patente de invenção | |
| Prazo legal de proteção: | 20 anos contados da data de depósito (artigo 40 da Lei nº 9.279/1996). | |
| Inventores | ||
| Pela UnB: | Graziella Anselmo Joanitti | | Lattes |
| Ricardo Bentes de Azevedo | | Lattes | |
| Victor Hugo Sousa Araujo | | Lattes | |
| Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
| Unidade Acadêmica: | Faculdade UnB Ceilândia (FCE) | | Link do site |
| Instituto de Ciências Biológicas (IB) | | Link do site | |
| Departamento: | Departamento de Genética e Morfologia (GEM) | | Link do site |
| CLASSIFICAÇÃO | ||
| Classificação - Categoria: | Saúde | |
| Classificação - Subcategoria: | Nanobiotecnologia | |
MUITO ALÉM DO ARROZ COM PEQUI: A UTILIZAÇÃO DO ÓLEO DE PEQUI NA BIOMEDICINA, NUTRIÇÃO E COSMÉTICA
Fruta nativa do cerrado brasileiro, o pequi, cujo nome científico é Caryocar brasiliense camb., apresenta grande potencial para pesquisas científica e tecnológica. O interesse se deve principalmente devido a sua constituição química e propriedades biológicas, contendo biomoléculas com potencial farmacológico, cosmético, biomédico e nutricional. Já estão relatadas alguns efeitos que justificam a aplicação do óleo de pequi no campo da saúde, tais como: anti-inflamatório, antioxidante, antitumoral, regenerador (tecidual), cicatrizante, entre outros. Sob essa perspectiva, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveram um composto nanoestruturado contendo óleo de pequi, elucidando suas aplicações em áreas biomédicas, nutricionais e cosméticas, sendo destinado para prevenção e tratamento de lesões neoplásicas e pré-neoplásicas.
NANOSISTEMAS CONTENDO ÓLEO DE PEQUI
O desenvolvimento de novos compostos terapêuticos têm como principais objetivos superar as limitações de terapias convencionais, minimizar efeitos colaterais, proporcionar a segurança do uso e melhorar sua eficácia. A associação de óleos de origem natural à nanoestruturas melhora a dispersão destes em meios aquosos, bem como propicia obter características vantajosas como proteção e incremento na estabilidade do óleo, biodistribuição aprimorada, biocompatibilidade, bioadesividade e biodegradabilidade. A presente invenção refere-se a uma composição baseada em óleo de pequi sob a forma nanoestruturada. Tal composição possui aplicações em áreas biomédicas, nutricionais e cosméticas, sendo destinado para prevenção e tratamento de lesões neoplásicas e pré-neoplásicas; além de possuir ações anti-inflamatórias; antimicrobianas; antibacterianas; antifúngicas; antiparasitárias; antioxidantes; de regeneração tecidual e cicatrização.
VANTAGENS
- Segurança: Proteção e incremento na estabilidade dos componentes bioativos;
- Eficiência: Melhor dispersão em meios aquosos;
- Sustentabilidade: Biocompatibilidade, bioadesividade e biodegrabilidade;
- Versatilidade: Ampliação das vias de administração, incluindo as vias oral, tópica e parenteral.
Agenda 2030 da ONU:

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08 de Agosto de 2022
23 de Abril de 2021

| Informações da proteção | ||
| Título: Respirador dinâmico com propriedades multifuncionais para impedir doenças infecciosas com propriedades de proteção autolimpante e drug delivery | ||
| Nº da proteção: | BR 10 2021 007808 1 | |
| Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
| Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) | | Link do site | |
| Data do depósito: | 23/04/2021 | |
| Tipo de proteção: | patente de invenção | |
| Inventores | ||
| Pela UnB: | Suélia de Siqueira Rodrigues Fleury Rosa | | Pesquisa UnB |
| Marcella Lemos Brettas Carneiro | | Pesquisa UnB | |
| Marcela Rodrigues Machado | | Pesquisa UnB | |
| Rodrigo Luiz Carregaro | | Pesquisa UnB | |
| Aline Martins de Toledo | | Pesquisa UnB | |
| Gabriel Lyra Chaves | | Pesquisa UnB | |
| Mário Fabrício Fleury Rosa | | Lattes | |
| Graziella Anselmo Joanitti | | Pesquisa UnB | |
| Glécia Virgolino da Silva Luz | | Lattes | |
| Henry Maia Peixoto | | Pesquisa UnB | |
| Carla Tatiana Mota Anflor | | Pesquisa UnB | |
| Pela UFCG: | Marcus Vinicius Lia Fook | | Lattes |
| Elizandra Silva da Penha | | Lattes | |
| Luanna Abílio Diniz Melquíades de Medeirosr | | Lattes | |
| Rosana Araújo Rosendo | | Lattes | |
| Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
| Unidade Acadêmica: | Faculdade UnB Gama (FGA) | | Link do site |
| Faculdade UnB Planaltina (FUP) | | Link do site | |
| Faculdade de Tecnologia (FT) | | Link do site | |
| Faculdade UnB Ceilândia (FCE) | | Link do site | |
| Instituto de Artes (IDA) | | Link do site | |
| Faculdade de Medicina (FM) | | Link do site | |
| Departamento: | Departamento de de Engenharia Mecânica (ENM) | | Link do site |
| Departamento de design (DIN) | | Link do site | |
| Faculdade UnB Gama (FGA) | | Link do site | |
| Faculdade UnB Planaltina (FUP) | | Link do site | |
| CLASSIFICAÇÃO | ||
| Classificação - Categoria: | Saúde | |
| Classificação - Subcategoria: | Equipamentos e dispositivos médico-hospitalares | |
USO DE MÁSCARAS INIBE A PROLIFERAÇÃO DO SARS-CoV-2 E INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS
Atualmente, o mundo encontra-se em uma situação pandêmica gerada pelo coronavírus SARS-CoV-2, causador da doença COVID-19. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a COVID-19 teve seus primeiros registros no final de 2019, e até o presente momento, 11 de abril de 2022, está contabilizando um somatório de aproximadamente 497,05 milhões de casos confirmados e 6,17 milhões de mortes por todo o mundo.
Neste contexto, diversas autoridades sanitárias estão executando medidas de assepsia e cuidados individuais, onde dentre essas medidas, destaca-se a recomendação do uso de respiradores (máscaras) hospitalares com características específicas de proteção. No entanto, a maioria dos respiradores típicos dos ambientes hospitalares não apresentam filtragem eficaz contra algumas infecções virais como o SARS-CoV-2.
Sob essa perspectiva, pesquisadores(as) da Universidade de Brasília em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande desenvolveram um respirador dinâmico com propriedades multifuncionais para inibir a propagação de doenças infecciosas, inclusive a COVID-19.
RESPIRADOR DINÂMICO COM NANOTECNOLOGIA BIOCIDA
A presente tecnologia pode ser contextualizada como um Equipamento de Proteção Individual (EPI), mais especificamente um respirador dinâmico com propriedades multifuncionais para impedir a propagação de doenças infecciosas, com propriedades de proteção autolimpante e drug delivery.
A inovação dessa tecnologia está baseada na utilização de nanotecnologia com quitosana para promover uma filtragem que atua tanto na entrada quanto na saída do ar respirável pelo usuário. Essa filtragem possui a capacidade biocida, ou seja, elimina os vírus e os micro-organismos que entram em contato com o filtro. Assim, a presente tecnologia representa uma alternativa para inibir a proliferação de doenças infecciosas.
VANTAGENS
• Sustentabilidade: Diferentemente de outros respiradores, é composta por elementos biodegradáveis, logo seu descarte não é danoso ao meio ambiente.
• Eficiência: Sistema de filtragem de duplo fluxo, permitindo maior vazão de ar; Possui tecnologia autolimpante e drug delivery, o que permite uma maior durabilidade de proteção ao usuário; Apresenta filtragem biocida, promovendo inibição de contágio de doenças infecciosas por vias respiratórias, como a COVID-19 e outras gripes.
• Eficácia: Promove filtragem mínima de 95% para partículas sólidas e líquidas.
Agenda 2030 da ONU:

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24 de Fevereiro de 2021
| Informações da proteção | ||
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Título: Composições compreedendo proteína e peptídeos cíclicos derivados de vigna unguiculata, variedade seridó, e seu uso para o desenvolvimento de medicamentos anti-hipertensivos. |
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| Nº da proteção: | BR 10 2021 003461 0 | |
| Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
| Universidade Federal de Goiás (UFG) | | Link do site | |
| Data do depósito: | 24/02/2021 | |
| Tipo de proteção: | Patente de invenção | |
| Inventores | ||
| Pela UnB: | Sônia Maria de Freitas | | Pesquisa UnB |
| Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
| Unidade Acadêmica: | Instituto de Ciências Biológicas (ICB) | | Link do site |
| Departamento: | Departamento de Biologia Celular (CEL) | | Link do site |
| CLASSIFICAÇÃO | ||
| Classificação - Categoria: | Saúde | |
| Classificação - Subcategoria: | Biomateriais e Biomoléculas | Fármacos | |
O FEIJÃO-DE-CORDA “AMARRANDO” A HIPERTENSÃO
A hipertensão é um dos fatores de risco associado ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares (DCVs). As DCVs representam uma das principais causas de morbidade e mortalidade no mundo. Portanto, é de suma importância o desenvolvimento de medicamentos anti-hipertensivos.
Embora disponíveis em grande quantidade no mercado, muitos medicamentos para tratamentos da hipertensão são ineficazes e/ou apresentam efeitos colaterais adversos (hipopotassemia, intolerância à glicose, disfunção sexual, entre outros).
Nesse cenário, a pesquisa conjunta realizada entre pesquisadores(as) da Universidade de Brasília, Universidade Federal de Goiás e Universidade Católica de Brasília, desenvolveu eficientes medicamentos anti-hipertensivos com composições compreedendo proteína e peptídeos cíclicos derivados de Vigna unguiculata (feijão-de-corda), variedade Seridó.
PROTEÍNA DERIVADA DO FEIJÃO-DE-CORDA NO DESENVOLVIMENTO DE MEDICAMENTOS ANTI-HIPERTENSIVOS
A identificação de novas biomoléculas com atividade terapêutica têm sido crucial na busca de alternativas para o desenvolvimento de fármacos para o tratamento da hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Nesse contexto, proteínas e peptídeos bioativos têm sido alvo de muitos estudos, e representam promissoras fontes biomoleculares.
A presente invenção está inserida no campo da biotecnologia aplicada ao desenvolvimento de fármacos, a qual se refere a uma proteína, derivada do feijão-de-corda (Vigna unguiculata), e a dois peptídeos, derivados desta proteína que podem ser utilizados para a produção de medicamentos para serem aplicados à terapia de hipertensão.
Essas composições desenvolvidas representam fontes alternativas para o tratamento da hipertensão com menos efeitos colaterais que os anti-hipertensivos sintéticos convencionais.
VANTAGENS
• Eficácia: Biomoléculas com potencial terapêutico anti-hipertensivo, sem efeitos colaterais severos; As composições inibem a atividade da enzima conversora de angiotensina (ECA) de forma dose-dependente; As composições promovem efeitos hipotensivos mediante a diminuição da pressão arterial, aumento da condutância vascular renal e aórtica, compatível com vasodilatação; As composições também promovem hipotensão e vasodilatação coronariana; As composições reduziram a contratilidade ventricular esquerda.
Agenda 2030 da ONU:

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18 de Janeiro de 2021
| Informações da proteção | ||
| Título: L-asparaginase modificada derivada de penicillium sizovae, sequência de nucleotídeos, método de obtenção, expressão em komagataella phaffii, microorganismo transgênico, composições farmacêuticas, e uso para o tratamento de neoplasias leucêmicas | ||
| Nº da proteção: | BR 10 2021 000894 6 | |
| Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
| Data do depósito: | 18/01/2021 | |
| Tipo de proteção: | patente de invenção | |
| Inventores | ||
| Pela UnB: | Pérola de Oliveira Magalhães Dias Batista | | Pesquisa UnB |
| Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
| Unidade Acadêmica: | Faculdade de Saúde (FS) | | Link do site |
| Departamento: | Departamento de Farmácia (FAR) | | Link do site |
| CLASSIFICAÇÃO | ||
| Classificação - Categoria: | Saúde | |
| Classificação - Subcategoria: | Biomateriais e Biomoléculas; Fármacos | |
ATIVIDADE ANTITUMORAL DA ASPARAGINASE
O aminoácido asparagina (Asn) é fundamental para o metabolismo das células humanas. Nas leucemias, as células tumorais são defeituosas e incapazes de sintetizar Asn, nutrindo-se das reservas que se encontram na circulação sanguínea.Sabe-se que a L-asparaginase (L-ASNase) é uma enzima usada como biofármaco por diminuir a concentração de Asn na corrente sanguínea, transformando-a em aspartato (Asp) e amônia, e enfraquecendo as células leucêmicas malignas. Tradicionalmente, a L-ASNase é produzida em laboratório a partir de microrganismos, sendo que as três atualmente utilizadas na terapêutica são produzidas por bactérias. As principais desvantagens associadas a essas asparaginases se relacionam a: prejuízo à produção de proteínas; hipersensibilidade/alergia ao medicamento (incidência: 5 – 50%); elevada produção de amônia (produto tóxico ao organismo); e, carência de glutamina.
MÉTODO INOVADOR PARA A PRODUÇÃO DA L-ASNASE FÚNGICA RECOMBINANTE PARA TRATAMENTO DE LEUCEMIAS
A obtenção de L-ASNases mais eficientes, com menos efeitos colaterais e alta atividade específica, se mostram necessárias e com alta demanda pelo mercado biofarmacêutico. Até então, não se conhecia método de obtenção de uma L-ASNase modificada advinda de um fungo filamentoso do Cerrado e expressa em uma levedura geneticamente modificada, assim como sua aplicação farmacêutica para tratar leucemias. Neste contexto, a enzima modificada descrita na presente invenção apresenta elevado potencial para uso farmacêutico por ser advinda de organismo eucarioto e, por isso, mais compatível com o organismo humano, além de se mostrar uma importante alternativa para a diminuição dos efeitos adversos resultantes do tratamento atual com L-ASNase de origem bacteriana. A Enzima é similar a uma das três enzimas usadas nas formulações industrializadas atualmente para uso terapêutico no tratamento de leucemia linfoblástica aguda.Cabe ressaltar que essa classe de fármaco ainda não é produzida por indústrias farmacêuticas nacionais. Com isso, empresas brasileiras devem ser encorajadas a investirem nessa nova tecnologia, visando a autossuficiência na produção nacional desse fármaco, evitando interrupções no tratamento devido a flutuações internacionais de sua produção e fortalecendo a economia nacional.
VANTAGENS
• Disponibilidade: Agregação de valor à biodiversidade regional por ser produto oriundo de fungo filamentoso isolado do solo do Cerrado.
• Eficiência: Produção em levedura induzida por metanol com expressão 3 vezes superior à original após 48 horas.
• Eficácia: Maior atividade específica e redução de efeitos adversos.
Agenda 2030 da ONU:

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31 de Dezembro de 2020

| Informações da proteção | ||
| Título: Sistema de ablação hepática por radiofrequência contendo equipamento com controle eletrônico e eletrodo em formato guarda-chuva fabricado em liga com memória de forma e seu método de processamento e análise de imagens médicas | ||
| Nº da proteção: | BR 10 2017 002683 3 | |
| Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
| Data do depósito: | 09/02/2017 | |
| Tipo de proteção: | patente de invenção | |
| Inventores | ||
| Pela UnB: | Suélia de Siqueira Rodrigues Fleury Rosa | | Pesquisa UnB |
| Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
| Unidade Acadêmica: | Faculdade UnB Gama (FGA) | | Link do site |
| Departamento: | Faculdade UnB Gama (FGA) | | Link do site |
| CLASSIFICAÇÃO | ||
| Classificação - Categoria: | Saúde | |
| Classificação - Subcategoria: | Equipamentos e dispositivos médico-hospitalares | |
ABLAÇÃO HEPÁTICA POR RADIOFREQUÊNCIA
Nos últimos anos, a Ablação por Radiofrequência (AR) tem sido aplicada como um procedimento cirúrgico, minimamente invasivo, com sucesso no tratamento de muitos tipos de câncer de fígado. Os dois tipos mais comuns são: carcinoma hepatocelular e câncer de cólon, que entra em metástase ou se espalha do cólon para o fígado. Geralmente, o procedimento de AR é constituído por um eletrodo, guiado por imagem, que é inserido diretamente no tumor dentro do fígado, onde posteriormente sofrerá aquecimento por um gerador de radiofrequência e, consequentemente, queimará as células cancerígenas. A maior vantagem da radiofrequência é a sua não-invasividade, que resulta em expor menos perigos de infecções, hemorragias e outras complicações causadas por cirurgias evasivas no geral. Contudo, a viabilidade do AR não é passível para todos os casos, visto que a porcentagem de cura por um determinado tratamento depende de diversos fatores do tumor e do paciente.
Sob essa perspectiva, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveram um sistema de AR para tratamentos hepáticos capaz de realizar o planejamento, pré-processamento, acompanhamento e a execução.
SISTEMA DE ABLAÇÃO HEPÁTICA POR RADIOFREQUÊNCIA
A presente invenção refere-se a um sistema que realiza o procedimento de ablação térmica por radiofrequência, principalmente a do tipo hepática. Este sistema contém um equipamento com funções controladas eletronicamente com o auxílio de um programa de computador, que executa o procedimento de ablação por meio de um eletrodo em formato de guarda-chuva, fabricado com liga de memória de forma. A tecnologia também trata de um método de processamento de imagens e de um controle eletrônico de acompanhamento do processo.
VANTAGENS
- Segurança: Promove ablação por radiofrequência, mais especificamente para tratamentos de tumores hepáticos, de maneira não invasiva;
- Eficiência: Apresenta um método de processamento e análise de imagens médicas, que verifica onde será aplicado a ablação e se pode ser realizado;
- Automatização: Possibilita o acompanhamento do processo durante a execução e verifica se o mesmo já foi finalizado, possibilitando o desligamento automático do sistema.
Agenda 2030 da ONU:

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| Informações da proteção | ||
| Título: Sistema de monitoramento contínuo de equipamentos hospitalares | ||
| Nº da proteção: | BR 10 2017 002919 0 | |
| Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
| Data do depósito: | 14/02/2017 | |
| Tipo de proteção: | patente de invenção | |
| Inventores | ||
| Pela UnB: | Suélia de Siqueira Rodrigues Fleury Rosa | | Pesquisa UnB |
| Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
| Unidade Acadêmica: | Faculdade UnB Gama (FGA) | | Link do site |
| Departamento: | Faculdade UnB Gama (FGA) | | Link do site |
| CLASSIFICAÇÃO | ||
| Classificação - Categoria: | Saúde | |
| Classificação - Subcategoria: | Equipamentos e dispositivos médico-hospitalares | |
EQUIPAMENTOS HOSPITALARES
Atualmente, com o avanço da engenharia biomédica, uma constatação deste mercado é que há um grande número de equipamentos, principalmente no setor público, que ficam fora de utilização por conta da ausência de manutenção básica. Em muitos casos, essa manutenção é regida por ajustes simples e rápidos de serem executados, que poderiam ter sido resolvidos no próprio campo onde a máquina está alocada. Considerando este problema, percebe-se que a utilização de um sistema de monitoramento pode colaborar com a verificação de necessidades de manutenção adequadas. Além disso, o usuário de um equipamento em posse de um sistema de monitoramento, poderia promover diagnósticos precisos ou ser capaz interferir no mesmo para solucionar uma falha ou manutenção. Sob essa perspectiva, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveram um sistema de monitoramento contínuo de equipamentos hospitalares, com a finalidade de monitorar e previamente alertar sobre a necessidade de manutenção preventiva ou corretiva.
MONITORAMENTO EM EQUIPAMENTOS HOSPITALARES
A presente invenção refere-se a um sistema que integra um programa de computador de monitoramento remoto, baseado em um aplicativo web, com equipamentos biomédicos e/ou sensores diversos em ambiente hospitalar, de modo que a assistência técnica possa diagnosticar problemas remotamente. A integração ocorre por meio de um dispositivo denominado concentrador, que é capaz de receber informações, por meios analógicos e digitais e acopla-se em vários equipamentos simultaneamente.
VANTAGENS
- Automatização: Promove o monitoramento do funcionamento de equipamentos hospitalares, possibilitando alertas para com necessidades de manutenção preventiva ou corretiva;
- Eficiência: Fornece diagnósticos remotos para auxiliar a manutenção de equipamentos hospitalares;
- Segurança: Permite que o operário seja capaz de evitar ou solucionar algumas falhas e manutenções dos equipamentos hospitalares, aumentando assim, o tempo de funcionamento destes, e consequentemente, diminuindo os gastos relacionados.
Agenda 2030 da ONU:

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| Informações da proteção | ||
| Título: Dispositivo de termometria para ablação com nanopartículas | ||
| Nº da proteção: | BR 10 2020 027091 5 | |
| Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
| Data do depósito: | 31/12/2020 | |
| Tipo de proteção: | patente de invenção | |
| Inventores | ||
| Pela UnB: | Cesar Romero Soares Junior | | Lattes |
| Guilherme dos Anjos Guimarães | | Lattes | |
| Suélia de Siqueira Rodrigues Fleury Rosa | | Pesquisa UnB | |
| Melissa Silva Monteiro | | Lattes | |
| Bruno da Costa Motta | | Lattes | |
| Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
| Unidade Acadêmica: | Faculdade UnB Gama (FGA) | | Link do site |
| Departamento: | Faculdade UnB Gama (FGA) | | Link do site |
| CLASSIFICAÇÃO | ||
| Classificação - Categoria: | Saúde | |
| Classificação - Subcategoria: | Nanobiotecnologia | |
ABLAÇÃO TÉRMICA E SUAS APLICAÇÕES
A ablação térmica é uma técnica de aquecimento do tecido alvo, onde a altas temperaturas, acima de 46 ºC, pode provocar necrose tecidual direta, coagulação ou carbonização. Quando em temperaturas baixas, menores do que 41º C, classifica-se a técnica diatermia, utilizada para o tratamento de doenças reumáticas em fisioterapia. Além disso, quando em temperaturas entre 41 ºC e 46 ºC é obtida uma hipertermia moderada.
Todavia, as técnicas de ablação térmica não podem ser resumidas só ao aquecimento de tecidos vivos, até que os mesmos sejam destruídos. A priori, a ablação térmica precisa estar restritamente relacionada a um sistema termométrico capaz de monitorar e controlar a temperatura. Assim, os tratamentos clínicos por termometria se tornam capazes e eficientes em promover terapias ablativas e tratamentos de doenças, em especial o câncer.
Neste contexto, entende-se que para um sistema termométrico conseguir assegurar boas aplicações em protocolos ex vivo e in vivo, faz-se necessário ter a capacidade de promover uma ablação não invasiva, viável à hipertermia, variação de temperatura dependente, liberação de fármacos, diagnóstico e dentre outros procedimentos. Assim, sob essa perspectiva, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram um dispositivo de termometria para ablação térmica com nanopartículas.
SISTEMA DE TERMOMETRIA PARA ABLAÇÃO COM NANOPARTÍCULAS
A presente invenção refere-se a um sistema de termometria para ablação com nanopartílucas magnéticas e fluidos. De maneira mais específica, trata de um dispositivo de termometria e acondicionamento de nanopartículas, que auxilia no processo de ablação e hipertermia em ambiente laboratorial, aferindo a temperatura de tecidos biológicos e/ou fragmentados carregados com nanopartículas a partir do aquecimento por radiofrequência.
VANTAGENS
- Versatilidade: Promove ablação térmica para diferentes temperaturas.
- Monitoramento: Apresenta característica de controle e monitoramento termométrico.
- Eficiência: Possui a capacidade de provocar necrose tecidual, diatermia e hipertermia; Possui possibilidades relacionadas a tratamentos de doenças e terapias em tecidos biológicos e fragmentados carregados com nanopartículas.
Agenda 2030 da ONU:

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04 de Novembro de 2020

| Informações da proteção | ||
| Título: Peptídeo antimicrobiano agelaia-kk derivado da peçonha de vespa social (Parachartergus fraternus) e seu uso como inibidor de aderência bacteriana | ||
| Nº da proteção: | BR 10 2020 022526 0 | |
| Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
| Universidade Federal de Goiás (UFG) | | Link do site | |
| Data do depósito: | 04/11/2020 | |
| Tipo de proteção: | patente de invenção | |
| Inventores | ||
| Pela UnB: | Márcia Renata Mortari | | Pesquisa UnB |
| Pela UFG: | Ana Paula Junqueira Kipnis | | Lattes |
| Rogério Coutinho das Neves | | Lattes | |
| André Kipnis | | Lattes | |
| Ana Carolina de Oliveira Carvalho | | Lattes | |
| Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
| Unidade Acadêmica: | Instituto de Ciências Biológicas (IB) | | Link do site |
| Departamento: | Departamento de Ciências Fisiológicas (CFS) | | Link do site |
| CLASSIFICAÇÃO | ||
| Classificação - Categoria: | Saúde | |
| Classificação - Subcategoria: | Biomateriais e biomoléculas | |
RESISTÊNCIA MICROBIANA: UM CRESCENTE PROBLEMA DE SAÚDE GLOBAL
Bactérias e fungos nos acompanham por milhões de anos, e alguns deles nos desafiam por apresentarem riscos à saúde humana. A descoberta dos antibióticos no início do século XX revolucionou a medicina moderna e representou um grande salto na perspectiva de vida humana e animal. No entanto, nas últimas décadas, temos observado o avanço da resistência aos antimicrobianos convencionais e o surgimento de superbactérias multirresistentes, especialmente em ambientes hospitalares.
Uma das formas dos microrganismos de driblar processos de sanitização de equipamentos hospitalares é pela produção de biofilmes – matrizes que propiciam a colonização bacteriana sobre superfícies sólidas e fornecem proteção às bactérias contra substâncias tóxicas. Por isso, métodos que são capazes de destruir ou fragilizar os biofilmes são importantes estratégias de combate a microrganismos resistentes em materiais e equipamentos hospitalares.
Dentre algumas estratégias que combatem bactérias resistentes e biofilmes, encontram-se os peptídeos antimicrobianos sintéticos. Nesse cenário, pesquisadores da Universidade de Brasília desenvolveram peptídeos sintéticos derivados do peptídeo Agelaia-MPI, proveniente da peçonha de uma vespa social, promissores no combate a bactérias resistentes e ao biofilme que estas produzem.
Estes peptídeos inovadores se mostraram microbicidas e eficazes na eliminação de biofilme bacteriano contra Acinetobacter baumannii. Além disso, quando associados a um recobrimento polimérico, erradicou a aderência de microrganismos a instrumentos e equipamentos médico-hospitalares. Essa invenção foi eficaz contra diferentes cepas bacterianas multirresistentes causadoras de infecções hospitalares.
VANTAGENS
• Eficiência: Combatem a formação de biofilme bacteriano, prevenindo o aumento da resistência das bactérias ao tratamento com antibióticos;
• Versatilidade: Podem ser utilizados tanto em formulações farmacêuticas como em produtos saneantes destinados ao tratamento de superfícies;
• Compatibilidade: Podem ser utilizados em combinação com outros antimicrobianos, tais como carbapenêmicos, colistina, fluoroquinolona associada a aminoglicosídeo, rifampina, tigeciclina, monobactâmicos, ampicilina.
Agenda 2030 da ONU:

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17 de Outubro de 2020

| Informações da proteção | ||
| Título: Sistema de radiação UV-C para a desinfecção de objetos e ambientes | ||
| Nº da proteção: | BR 10 2020 025875 3 | |
| Instituições titulares: | Universidade de Brasília (UnB) | | Link do site |
| Data do depósito: | 17/10/2020 | |
| Tipo de proteção: | patente de invenção | |
| Inventores | ||
| Pela UnB: | Anderson de Jesus Gomes | | Pesquisa UnB |
| Claure Nain Lunardi Gomes | | Pesquisa UnB | |
| Unidades da UnB envolvidas do desenvolvimento da tecnologia | ||
| Unidade Acadêmica: | Faculdade UnB Ceilândia (FCE) | | Link do site |
| Departamento: | Faculdade UnB Ceilândia (FCE) | | Link do site |
| CLASSIFICAÇÃO | ||
| Classificação - Categoria: | Saúde | |
| Classificação - Subcategoria: | Equipamentos e dispositivos médico- hospitalares | |
RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA E SUAS APLICAÇÕES
A luz ultravioleta (UV) é uma forma de luz invisível ao olho humano, existindo no espectro eletromagnético entre os raios-X e a luz visível. Os comprimentos de ondas da luz UV ente 190 e 280 nanômetros, classificam à radiação UV-C, que corresponde a menos de 5% da radiação total que chega na superfície terrestre.
Já é bem estabelecido pela literatura que a incidência adequada de radiação UV-C pode reduzir ou eliminar os microrganismos. Logo, algumas aplicações com esta radiação, estão sendo estudadas para promover o saneamento de empresas comerciais, instituições, transportes coletivos e outros, sempre com o foco na desinfecção do ar, superfícies e água.
Dada a situação pandêmica atual, causada pelo vírus COVID-19 (SARS CoV-2), faz-se, mais do que nunca, a necessidade por dispositivos que possam diminuir ou eliminar a proliferação dos vírus causadores e similares. Contudo, é conhecido que a incidência da radiação UV-C adequada, associada à distância correta da luz são fatores determinantes para uma desinfecção eficiente.
Sob essa perspectiva, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram um sistema de desinfecção, adaptável a diferentes ambientes, que utiliza radiação na região do ultravioleta UV-C ( nm) para reduzir a proliferação de agentes patógenos tais como vírus, bactérias e fungos.
SISTEMA DE RADIAÇÃO UV-C APLICADO A DESINFECÇÃO
A presente invenção refere-se a um dispositivo de desinfecção que utiliza radiação na região da luz ultravioleta UV-C ( nm) para reduzir a proliferação de agentes patógenos tais como vírus, bactérias e fungos. Trata-se de um sistema articulado de lâmpadas UV-C, o qual é modulado em diversas geometrias para ser usado em ambientes com diferentes posições.
VANTAGENS
• Eficiência: Promove desinfecção de ambientes contra vírus, bactérias e fungos, proporcionando uma desinfecção mais eficiente que os modelos similares, visto que utiliza a luz ultravioleta UV-C (
nm).
• Versatilidade: Permite ajuste geométricos de ângulos e altura na incidência da luz;
• Segurança: Leva em conta as dimensões do local, potência da radiação e a resistência efetiva dos microrganismos que serão eliminados.
Agenda 2030 da ONU:

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